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Melhores bares de Sampa: Veloso

Como foi dito neste post, eu, Rafa e as patroas resolvemos conferir alguns bares que saíram na lista de melhores bares e restaurantes de São Paulo.

Na quinta-feira do ultimo feriado, nós 4, mais dois amigos nossos (lembram do “um” e do “dois”?) e a namorada de um deles resolvemos colocar o papo em dia e visitar o Veloso. Noite fria e com chuviscos. Mas não tinha outra data, ou era aquilo, ou passaríamos mais alguns meses até o próximo encontro.

Chegando lá, pensamos que estaria tranqüilo, afinal, era feriado. Grande engano da nossa parte. O amigo “um” chegou alguns minutos antes com a namorada e se informou com o garçom: 1h30 de espera ou então ficar de pé na rua. Naquele frio? Nem f#d&nd@! O Veloso fica em uma rua tranquila, daquelas bem largas e de paralelepípedo, mas naquele frio, no way.

Avisamos os demais por telefone e, aproveitando a proximidade, fomos pra Joaquim Távora. Achamos vagas na rua perto da Rua Áurea (adoro a Vila Mariana) e fomos subindo o quarteirão. Decidimos na hora e acabamos indo novamente ao Paralelo 12:27. Diferente da outra vez (além da namorada, claro), o local estava com música ao vivo (que pesou na hora de decidir em qual bar entrar) e um péssimo atendimento. Todos da mesa reclamaram. Não sei o motivo do mau humor do garçom, mas que guardasse para ele.

E foi piorando. A culpa? Do bar! O cara entregou um cardápio e, sempre que pedíamos algo, ele dizia que não tinha. Só para vocês terem uma idéia, acabei tomando uma Eisenbahn Dunkel em copo americano. Pode isso, Arnaldo?

Mas, no final, a gente se divertiu. Olha só:

“um” e “dois”, respectivamente.

Apesar da música, do mau humor do garçom e da diversão, o Veloso não saía das nossas cabeças. Às 23h30 pagamos a conta e saímos em comboio pra lá. Chegamos e o bar continuava lotado, mas havia uma mesinha na rua e logo nos apossamos, no frio mesmo. O garçom disse que não estavam servindo mais nada, porque a cozinha estava pra fechar. Pensei: filho de uma rapariga, acabou de servir uma porção de fritas na outra mesa e vem com esse papinho? Mas o cara não agüentou, parti pra cima, peguei pela camisa e ameacei moldar uma face nova no desgraçado. Aham, bem isso. O cuzão não resistiu ao pedido das nossas namoradas e cedeu à beleza.

Pedimos 2 porções da famosa coxinha (6 coxinhas médias por porção) e 3 caipirinhas: carambola com manjericão, lima-da-pérsia e tangerina com pimenta dedo-de-moça. A ultima eu que pedi e, modéstia a parte, mandei bem. Só não matamos a vontade da caipirinha de jabuticaba que, diga-se de passagem, foi um dos motivos para não desistirmos de ir ao Veloso.

Veredicto final: a escolha feita pela Folha SP foi mais do que certa! Vamos ver se eles disponibilizam a receita, assim como o Frangó fez. Mas ainda não terminamos de avaliar. O próximo passo é ir sábado ou domingo pra provar a feijoada. Nos aguarde, Veloso. Nos aguarde.

Onde? R. Conceição Veloso, 56 – Vila Mariana – São Paulo – SP
Telefone: (11) 5572-0254
Faixa de Preço: até R$ 35
Cartões: Amex | Diners | Mastercard | RedeShop | Visa | Visa Electron
Horário: De 3ª a 6ª das 17h30 à 00h30; Sáb das 12h45 à 00h30; Dom das 16h às 23h.
Lotação: 60
Site: www.velosobar.com.br

Paróquia Bar: simpático ou desagradável?

Faaaala rapaziada! Que saudade de escrever sobre um bar! Demorei, mas valeu a pena!

 

Seguinte, sexta-feira passada eu e Rafael resolvemos ir num bar aqui pela Vila Mariana, só pra colocar a conversa em dia. Afinal, não nos vemos desde que as aulas acabaram. Além, é claro, que precisávamos, mais uma vez, “exteriorizar a raiva em relação aos pais e ao trabalho”.

 

Ok, o meu problema vocês já devem ter visto neste post. Até sexta-feira não estava tão punk quanto ontem, mas tudo bem. Ontem a crise e a falta de planejamento me atingiram. Demitido. Na verdade, me colocaram em stand-by. Quando tiverem condições, me chamam novamente. Justificativa? Não tinham mais condições de pagar meu salário. Boa. Sorte que hoje tem formatura da patroa e eu vou ficar mais louco que o Batman. Sorte, também,  que tem o Rafael pra tentar ajudar a me carregar depois.

 

Enfim, voltando. Ao chegar na Joaquim Távora, não havíamos decidido em qual bar ir. Mais uma vez, como um bom muquirana-quase-desempregado, fiquei dando voltas pra achar uma vaga na rua. Demorei, mas achei. Saímos a pé a procura de um bar e optamos pelo Paróquia Bar. Barzinho pequeno, mas aconchegante. Truque notado pelo Rafael: espelhos gigantes que dão a impressão de ser maior. Lá dentro estava lotado, então logo pegamos uma mesinha na calçada. Sorte que todos os barzinhos da região têm uma proteção, pois estava com aquela chuvinha fininha e chata.

 

paroquia bar

 

O garçom demorou um pouco pra nos atender, mas até aí tudo bem, a gente ia batendo papo. Pedimos o cardápio e veio ligeiro. Estávamos com fome e depressivos. Sinônimo de breja e petisco com sustância. Pedimos 2 long necks Bohemia (R$ 4,50 cada), já que o garçom disse que cerveja em garrafa só no bar da frente (assim que se ganha cliente, hein?!) e uma porção de filet com molho gorgonzola, a R$ 26, 00 a porção. 

  

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Agora, prestem MUITA atenção. Pedimos DUAS long necks, certo? O garçom trouxe um balde de gelo com 7. Os dois, espantados, perguntamos pra quê tudo aquilo. E a resposta do cabeça-de-ovo foi a seguinte: “É que depois da primeira, vem a segunda, a terceira…aí poupa o meu trabalho de ir e vir!”. CACETE. Garçom folgado da porra! Tudo bem, deixamos quieto. Mas enfim, essa é uma outra forma de empurrar cerveja que eu odeio.

 

O tempo passava e a porção de filet não chegava. Quando chegou, quase dei risada. Parecia um pires. Tava bom? Tava. Mas a porção de pães que veio junto era bem maior. Logo em seguida, para a nossa surpresa, um cachorro de rua resolveu nos fazer companhia. Veio correndo do outro lado do bar e se acomodou entre a nossa mesa e a mesa ao lado. Cutuquei o bicho pra sair dali e nada. O filha-da-mãe tava achando que era carinho. Chamei o garçom e reclamei. A resposta? “É, eu expulsei ele do outro lado”. E foi embora. ÓTIMO.

 

O tempo passou, papo vai, papo vem, o cachorro sumiu. Cinco minutos depois, o bicho vem correndo e passa debaixo da minha cadeira. Logo atrás vem o cabeça-de-ovo correndo, batendo palmas e falando “Xô! Xô!”. Um espetáculo a parte.

 

Depois dessa, resolvemos ir embora. Papo em dia, barriga cheia, garçom folgado, cachorro pulguento. Uma bela noite. Pedimos a conta. E, pra variar, o garçom solta uma pérola: “Essa noite vocês vão ganhar desconto!”. A gente fica todo animado, porque achamos que merecíamos. Aí o safado completa: “Hoje eu não cobro pela simpatia (piscadela)”.

 

E vocês acham que acaba por aí? Não, senhores! Antes de zarparmos, o comédia vira e fala: “Quarta-feira é a noite das gatas..se bem que ao lado, tem a mesa 28…não é uma Brastemp, maaaas..”. Eu, com toda aquela simpatia ogrística, respondo: “É sim..tem o formato de uma”.

 

Depois dessa, preciso falar mais alguma coisa?

 

Onde? R. Joaquim Távora, 1139 – Vila Mariana – São Paulo – SP

Telefone: (11) 5572-7071

Faixa de Preço: na faixa!

Cartões: Visa | Mastercard | Credicard | Dinners | Amex

Horário: De 2ª a Sáb a partir das 12h; Dom a partir das 17h. (Lei do PSIU; Fecha à 01h00 no max.)

Idade Mínima: 18

Faixa Etária: de 22 a 25

Lotação: 140

Site oficial: não tem! vou oferecer meus serviços..hahahaha

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Paralelo 12:27 – é ver pra crer

Depois de ficar um bom tempo enclausurado, com dores nas costas (pior que o meu velho), resolvi sair da toca. Namorada passou o fim-de-semana em casa, eu conheço a região, então resolvi arriscar e ir de carro a um barzinho altamente recomendado pela minha mãe: o Paralelo 12:27.

 

Localizado na famosa Joaquim Távora, o Paralelo 12:27 surpreende pelo fácil acesso (estacionamentos próximos e baratos), bom gosto na decoração, atenção aos detalhes, boa música e um excelente atendimento. Tá, chega desse papo obaoba e vamos pro que interessa.

 

Chegando próximo ao local, como legítimo mão-de-vaca, menosprezei os estacionamentos e fiquei procurando vaga na rua. Grande erro. Apesar de chegarmos ligeiramente cedo (umas 22h), a rua já estava completamente lotada. Dei uma bela volta e resolvi parar no estacionamento que fica a 10m do bar. Como eu disse anteriormente, é barato. Diferentemente dos estacionamentos na Vila Madalena, é R$ 10,00 a noite inteira. Ok, não que não tenha um com esse valor naquela região, mas você pena pra achar.

 

Continuando, ao chegar na frente, sorriso na cara dos dois. Lugarzinho tranqüilo, não tava lotado e, não sei se foi sem querer, mas tinha uma garçonete logo na entrada, a qual nos encaminhou bar adentro a procura de um lugar pra sentar, já que estava com cara de que iria chover e aquela proteção do lado de fora não iria ajudar muito. Adoro esse tipo de atendimento. Nada pior do que chegar a um bar e ficar caçando lugar pra sentar, sem ao menos saber se tem! Enfim, resolvemos sentar num bistrô pra chamar mais um pouco de atenção, já que somos quase imperceptíveis.

 

 

Cheguei, sentei e pedi o cardápio. Fui atendido na hora e até fiquei com dó do cara, porque nunca tinha ficado tanto tempo escolhendo o que iria pedir. Cardápio muito variado e muito bom. O legal é que eles colocam a origem de tudo. Os preços eram acessíveis e dentro do esperado. Demorei pra escolher, mas mandei bem. Pedi 2 chopps Eisenbahn Pale Ale, copo caldereta 335ml, R$ 4,70 cada. Pra quem não conhece, dei uma pesquisada no site da Eisenbahn pra explicar o que é pale ale (nossa, to parecendo o Rafael). É só clicar aqui.

 

Pra acompanhar, também demorei pra pedir, mas escolhi chicken sticks com molho barbecue, a R$ 17,00 a porção. Sério, to salivando só de lembrar. E me empolguei tanto na hora, que o celular da patroa sofreu. Caiu molho em cima. Nem deu pra disfarçar. Nisso, os chopps já tinham terminado, e pedi o cardápio mais uma vez. Queria variar. Pedi uma nacional. Therezópolis Gold 600ml, a R$ 9,90. Nunca tinha ouvido falar, e me arrependi disso no primeiro gole. Que maravilha. Leve, com sabor e aroma marcante.

 

   

 

Depois de tudo, tinha que rolar um pipi room. Na parte térrea, banheiro para deficientes. Espaçoso, fácil acesso e limpinho. Subindo as escadas, um banheiro masculino e outro feminino. A pia fica numa área comum, mas o legal mesmo é que as paredes em volta são feitas com garrafas de cachaça! Que desperdício…

 

 

Após o tour, hora de ver se o bar valia os 5 copos. Pedi a conta. Em cinco minutos o garçom trouxe a conta, não tinha nada de errado (como aconteceu no Genuíno), paguei com dinheiro e, 1 minuto depois, o cara me trouxe o troco. Quase deixei a turquice de lado e dei o troco pro cara, porque, francamente, merecia (eu disse quase). Fomos embora tão cedo quanto chegamos, mas valeu a pena.

 

Onde? R. Joaquim Távora, 1227 (fácil de lembrar, hein?) – Vila Mariana – São Paulo

Telefone: (11) 5579-1227 (eles gostam desse número…)

Cartões: Visa | Mastercard | Credicard | Dinners

Horário: De domingo a sexta, das 17h à 1h; Sábado das 12h à 1h.

Faixa Etária: 25 a 50

Site Oficial: www.paralelo1227.com.br

Genuíno: pra fechar o feriado com chave de ouro

Feriadão no meio da semana é como se tivéssemos duas segundas-feiras. Puta quebra de ritmo! Mas já que não teve jeito, o melhor é aproveitar. Quarta-feira rendeu. Almoço com os pais e namorada, cineminha a tarde e barzinho a noite. O bar foi recomendação e intimação de um amigo, mas valeu a pena.

 

O Genuíno fica na Joaquim Távora, próximo ao metrô Ana Rosa (a rua fica próxima, não o bar; pra ir do metrô até lá, demora). Deixei o carro na Humberto I, aliás, recomendo. Rua tranqüila, vários prédios, tem vigia. Nada de estacionamento. Sim, fui de carro e que se foda essa lei inconstitucional.

 

Chegando lá, fiquei vislumbrado. É muito bonito. Tem uma varandinha com mesas na entrada, uma outra parte fechada mais a frente e, mais pro fundo, tem um espaço maior, meio aberto, mas coberto (pegaram?). A iluminação é sensacional. O lugar é grande, mas fica com um ar acolhedor, manja? E se pensa que vai passar frio, tá enganado. Olha o que eles colocaram lá:

 

 

Siiiim! Aquecedores! E não é um, nem dois. São vários espalhados pelo ambiente!

 

Bom, como era umas 20h, estávamos morrendo de fome. É, o preço é meio salgado, mas valeu a pena. Pedimos uma porção de provolone à milanesa (cuja receita você confere aqui) e uma porção de iscas de frango a doré com molho tártaro. Cada porção, R$ 18,00. Enquanto isso, pedimos 2 garrafas de Bohemia Weiss escura, a R$ 12,50 a unidade. Depois de tudo, pedi uma sugestão de outra cerveja de trigo, mas o garçom não sabia pronunciar os nomes, aí resolveu trazer uma carta de cervejas especiais (eu ia dar nota máxima pro bar, mas depois dessa…). Pô, por que não pensou nisso antes, anta?! Enfim, pedi uma Spaten 500ml (R$ 9,90). O garçom serviu num copão. Virou a cerveja inteira nele. Incrível. Desceu redondo. Recomendo MESMO!

 

No final, a conta. Ai ai. Foi uma bica, e quase nos furtaram. Colocaram uma porção de iscas de frango a mais. Outra coisa que me fez não dar nota máxima: erro na conta. E o pior: demoraram MUITO pra trazer a conta certa.

 

O Genuíno é um excelente bar, mas no quesito atendimento, na minha opinião, deixou a desejar. Isso porque em 2007 ganharam o troféu Colarinho de Prata, que segue os seguintes critérios: armazenagem, manutenção, tiragem perfeita do produto e prestação de serviços. É, acho que eles só sabem servir chopp mesmo…Ainda assim, recomendo. É um local tranqüilo, com gente bonita e um cardápio bastante variado. Vale a pena conhecer!

 

 

Onde? Rua Joaquim Távora, 1217 – Vila Mariana – São Paulo

Telefone: (11) 5083-4040

Cartões: Visa | Mastercard | Credicard | Dinners

Estacionamento: vallet

Horário: De 2ª a 6ª das 17h à 1h; Sábado e domingo das 12h à 1h.

Idade Mínima: 18

Faixa Etária: de 25 a 30

Lotação: 260

Site: www.genuinochopp.com.br

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