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Folha elege melhores bares de Sampa!

A Revista sãopaulo, publicada aos domingos na Folha de S. Paulo, elencou os melhores restaurantes e BARES! O especial O Melhor de sãopaulo se baseou na pesquisa da Datafolha e em um júri. No total, foram 1.455 pessoas consultadas e 100 pessoas fizeram parte deste júri. Quem quiser entender um pouco do processo, há um audiocast do jornal aqui.

O público escolheu o Bar Brahma, Juarez e Bar do Luiz Fernandes.

Já o júri elegeu Bar Léo (Chope), Mercearia São Pedro (pé-sujo), São Cristovão e Mercearia São Pedro (happy hour), Veloso (caipirinha), Frangó (Carta de Cerveja), Dry martíni – Bar Dry (drinque), Bar do Estadão (Fim de noite), Studio SP (Música ao vivo), Eu Tu Eles Bar (para paquerar), Bar da Dida (GLS) e Skye (em hotel). Eles ainda escolheram a melhor área de fumantes: Bar da Dida e Lions.

Os 100 jurados foram divididos pelo bolinho de bacalhau do Espírito Santo, o bolinho de arroz do Ritz e as coxinhas do Veloso e do Z Carniceria.

Vale dar uma olhada na página do especial. A Folha fez segmentações por regiões, separou a pesquisa em várias categorias e disponibilizou outras informações do ranking.

Aproveitando as dicas da matéria, semana passada fomos atrás da coxinha e da caipirinha do Veloso, e o resultado você verá no próximo post 😉

Zeca na “rede”

O universo digital é o tema da nova campanha de Brahma, que estreia nesta terça-feira, dia 29, em todo o Brasil. Nela, o cantor Zeca Pagodinho entra em contato, de forma irreverente (marca registrada), com as redes sociais da marca e convida o público a acompanhá-lo na rede.

A campanha intitulada Zeca na Rede vai mostrar em uma série de filmes, de maneira bem humorada, o jeito dele “ser digital” e convida os brahmeiros a seguirem as novidades de Brahma nas redes sociais.

O filme Cadê marca a estreia de toda a comunicação. Nele, o cantor Jorge Aragão interpreta a música “Zeca cadê você?”:

 

O segundo chama-se Digitais, no qual Zeca explica o significado da rede para Jorge Aragão:

 

Ambos têm por objetivo apresentar ao brahmeiro um olhar descomplicado do mundo digital, trazendo este tema para o universo da vida real do público da marca. Os filmes foram veiculados ontem no intervalo da novela das 8h 9h.

E aí, curtiu? Não? Então comenta com o link de outras campanhas que eu faço um Top 5 pro próximo post!

Pós Carnaval no Twitter

Pessoas queridas que ainda visitam este blog, como estão?!

Como vocês sabem, estou trabalhando em uma agência de mídias sociais e o ditado, para mim, é valido: em casa de ferreiro, o espeto é de pau.

Sim, tá muito difícil de postar alguma coisa, estou trabalhando bastante, mas eu não sou o único. Enquanto você estava em Salvador, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou até mesmo em algum boteco recomendado por nós, a galera da Riot, em parceria com a Sampa.ad, tava pensando em como fazer esse infográfico sobre o que foi dito durante o Carnaval. Então, vale a pena dar uma olhadinha:

Clique para ampliar

Foram quase 700.000 tweets analisados e as opiniões foram bastante divididas. Tem de tudo, desde as escolas de samba de São Paulo e Rio de Janeiro, às marcas de cerveja preferida da galera. Entre as escolas de samba paulistas, a campeã Vai-Vai foi a mais mencionada – nada menos que 77.555 citações. No Rio Janeiro, a 3º colocada na classificação oficial das escolas, a Mangueira, foi a mais comentada, à frente da grande campeã do carnaval carioca, a Beija-Flor. Uma curiosidade encontrada relacionada a escolas de samba do Rio: a musa da Salgueiro, Valeska Popozuda, foi citada em 34% dos Tweets relacionados à sua escola.

No quesito marcas de cervejas, a Devassa foi a líder em menções diárias, com 245 no pré Carnaval e 707 durante a festa, o que representou crescimento de 189%. Impulsionada por agora ter Sandy como garota propaganda, alem de liderar o ranking em número de menções, a marca conquistou um dos privilegiados postos do Trending Topics por pelo menos 3 dias de folia. Atrás dela, em número de citações, ficaram Brahma com média diária de 250 menções durante o carnaval (+153%) e Skol com apenas 154 (-29%).

Mas e aí, me digam, vocês concordam com os dados?

Fugindo do comum

Como vocês podem ver, estou na onda de anúncios de cerveja.

To na fissura por anúncios que não expõem o corpo feminino. Não por ter um pensamento feminista, mas pra mostrar que sim, é possível ser criativo sem apelar!

Esse anúncio da Brahma, que aposto que muitos lembram, é a prova disso:

E aí, o que vocês acham?

Mandem mais sugestões! Se estiverem com preguiça de mandar um e-mail pro blogbotequeiros@gmail.com, interajam comigo no Twitter, é só clicar aqui ao lado! 😉

Bar Iemanjá: uma noite para se lembrar (ou não)

Não, vocês não estão alucinando. Sim, sou eu escrevendo. É, eu mesmo! Mas não se acostumem (to me fazendo de difícil).

Este sábado eu, Rafael e dois amigos (vamos chamá-los de 1 e 2 – hahahaha – para não comprometer) resolvemos sair. Mas, diferentemente das outras vezes, queríamos gastar menos sentar, conversar e dar risada. A idéia era ir num barzinho na Vila Madalena. Qual? Isso faz parte da aventura. 

 

Mas o nosso querido amigo 1 já vacilou e resolveu chamar uma amiga que, coincidentemente, mora perto da minha casa. Então, lá foi o choffer. Nisso, Rafael disse que queria levar uma amiga. Sobraram eu e o amigo 2, que foi intitulado de “minha puta da noite”.

 

Voltando ao que interessa, depois de ir buscar a amiga do amigo 1, fui direto pra casa do Rafael, pois de lá iríamos de taxi. Aproveitamos pra fazer um esquenta, que envolveu um shot de cachaça artesanal pra mim, mais um copo de vodka com energético pra mim e o que sobrou, pro Rafael e pra nossa nova amiga.

 

Chegando na Vila Madalena, resolvemos ir no Maddá, mas tava lotado, não tinha hostess e os seguranças eram uma simpatia só. Muito bom, principalmente porque ontem nem tava frio. Então, resolvemos atravessar a rua e ir ao Bar Iemanjá. Tá, não foi simples assim, mas o álcool se nega a sair do meu corpo e eu to impaciente.

 

Fomos muito bem recepcionados por uma loira-linda-que-ainda-to-apaixonado-e-nem-me-deu-bola. Disse que não tinha mesa pra seis, mas que poderíamos esperar no balcão até vagar. Nisso, pedimos cinco shots de Germana (R$ 8,00), uma cachaça muito boa, mas não degustei, só virei. Lembro que, nesse mesmo período de tempo, encontramos o gerente do banco do amigo 2, mas só to falando isso pra constar. Ah, já que é pra constar, ele tava com uma japonesinha-gata-que-eu-também-to-apaixonado-até-agora.

 

Cinco minutos depois, conseguimos uma mesa e pedi uma Boazinha (R$ 5,00). Essa não condiz com o nome, mas com o seu estado depois de 2 minutos. Só digo que dali pra frente não me lembro de muita coisa. Lembro que pediram Chopp Escuro Brahma (R$ 5,00) e o claro também. Depois, lembro de ter pedido duas Bohemias long necks (R$ 5,00). Quer dizer, não lembro. Mas se o Rafa lembra, foi feito.

 

Muito liquido e pouca bexiga, igual a banheiro. Ok, limpinho, mas não tinha condições de tirar foto. Eu não tinha condições, diga-se de passagem. Mas o Rafa teve a brilhante idéia de tirar foto das pias, que era numa área comum. Lindo. Parecia de motel. E digo que essa não é uma sensação legal quando tem um homem ao lado. Enfim, lavei as mãos com sabão e com as pétalas. Já disse que adoro estragar a decoração dos lugares?

 

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Se engana quem acha que a noite acabou ali. Fomos numa padaria famosíssima (a qual não lembro o nome) pra comer alguma coisa. Só digo que eu achava que tinha pedido um sanduíche de filet mignon, todos achavam que era mortadela, mas no final era picanha fatiada.

 

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Ah é, a gente comeu mandioca… 

 

Bom, finalizo esse post pedindo desculpas aos meus pais que estão lendo e aproveito pra dar graças por trabalhar, estudar e não ter tempo de vê-los durante a semana pra tomar sermão. Ah, e a todos os presentes na noite de sábado: vergonha alheia rules! Hahahahahahaha

 

Onde? R. Mourato Coelho, 1325 – Pinheiros – São Paulo – SP

Telefone: (11) 3032-6881

Faixa de Preço: até R$ 35

Cartões: Visa | Mastercard | Credicard | Dinners

Horário: De 3ª a 6ª a partir das 17h; Sáb e dom a partir das 13h.

Faixa Etária: de 22 a 25

Lotação: 250

Site: www.bariemanja.com.br

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Sumaré Snooker Bar — Botecão e sinuca

A mesa de sinuca é onde um verdadeiro botequeiro se revela. Perto da PUC-SP, há o Sumaré Snooker Bar. Obviamente, o Luis (que está deixando de ser pão duro e entocado) acabou topando ir ao lugar e chamamos o Leo, que decidiu bancar o estudioso naquela noite para um curso da empresa. O cara seria fundamental para a parada, pois eu estava com a mão imobilizada e é meio complicado jogar sinuca nessa situação (Para curiosos, quebrei um dedo no jogo de handebol). Só que botequeiro é que nem brasileiro, não desiste nunca. Abandonamos a mesa, mas só a de sinuca.

 

A entrada do bar fica em uma significativa ladeira da Rua Ministro Gastão Mesquita, que desemboca na Av. Sumaré. Se você estiver do lado certo da Sumaré, é contramão. Só que na rua ao lado há uma área de estacionamento iluminada e não há pessoas querendo olhar seu carro. Acho que deve ser o último lugar do Brasil sem essa pentelhação.

 

Não há como negar que a preocupação do lugar é a sinuca, pois faz questão de parecer botecão. Curto alguns elementos arquitetônicos rústicos, como ausência de forro no teto e ver as telhas. Só que ali, esse esquema não é trabalhado direito e há também um sério problema de pouca iluminação que é feita com luz fria (de boa, já basta o escritório).

 

Como não iríamos jogar sinuca, optamos por sentar longe do barulho das 11 mesas. Escolhemos uma área que possui gigantescas janelas de vidro — a vista é irada, você consegue olhar boa parte da Sumaré. Chegamos às 22 horas e não havia muitas pessoas. Já às 00, era só barulho de tacada. Até as 20 horas, rola uma promoção de jogar 2 e pagar uma. É uma tremenda vantagem, afinal a mesa custa absurdos R$14,00/hora.

 

Ao sentarmos, rolou aquele sorriso ao olhar o cardápio. Eles servem garrafas de Original/Bohemia (R$ 5,50), Brahma (R$ 4,50). Há também longnecks, como Skol Beats (R$ 4,00), Brahma Malzibier (R$ 3,00). Se o Lula quisesse aparecer por lá, tem a Kronembier (R$ 3,00). Chamamos o garçom que foi gente boa e até falou da Patrícia (R$ 14,00), cerveja uruguaia.

 

Acabamos optando pela cerveja famigerada Norteña (R$ 14,00), também uruguaia. Não é a das minhas preferidas, mas aceitei pelo Luis que não conhecia e achou parecido com Brahma (deixei ele tirar as próprias conclusões).  Eu acho que é meio “aguada” e uma ótima pedida para quem gosta de cervejas do tipo Draft como a Miller (norte-americana) pela leveza. Como já disse em outros posts, estou em uma fase de cervejas encorpadas.

 

 

A garrafa chamou a atenção do meu amigo por ser meio gorducha e ter 960 ml (to pensando em lançar uma campanha para as brejas brasileiras adotarem esse tamanho, quem topa?). Aliás, ela chegou trincando, mas não havia camisinha (controlem seus hormônios) para a garrafa importada.  Acho meio complicado isso, afinal é uma boa quantidade de breja para esquentar e, isso, é pecado mortal.

 

Depois de uns dois copos e muita conversa boa e séria, escolhemos bolinho de abóbora com carne seca para acompanhar. Demorou um bocado para os poucos garçons perceberem que dois caras de 2 metros queriam fazer o pedido. Havia no máximo três pessoas atendendo. A apresentação (jeito que veio) dos bolinhos é de boteco e não falta saches de ketchup e de maionese (aow, mania de colocar esses molhos em tudo), saquem a imagem.

 

 

Um ano atrás, pedi provolone à milanesa (hoje, R$15,00) no mesmo local e percebi que é possível ingerir puro óleo em cubos. Foi a mesma coisa com as 10 unidades dos bolinhos. Além disso, o sabor de algo congelado durante muito tempo e até mesmo de óleo velho foi tenso. A draga do Luis também reclamou, mas comeu boa parte. Acho a arte de embeber em gordura as frituras faz parte de muitos botecos e da própria cultura, só não faz nada bem para a saúde (seja botequeiro, mas não tonto).

 

Há as pizzas básicas no cardápio, o que talvez seja bem mais interessante, mas não sei dizer a qualidade. Um ponto muito positivo é que há comanda individual, entretanto você paga R$15,00 para entrar. O valor não é cobrado se seu gasto for igual ou superior a esse valor. Portanto, joguem sinuca e bebam para atingir esse valor (não preciso dizer para evitar frituras nesse bar). Caso contrário, é muito desperdício.

 

O banheiro também segue o esquema de boteco e é possível encontrar certa literatura na porta.

 

Onde? R. Ministro Gastão Mesquita, 31 – Sumaré – São Paulo

Telefone: (11) 3672-7143

Cartões: Visa | Mastercard

Horário: De domingo a sábado, das 17h até a última tacada

Faixa Etária: 18 a 25

Site Oficial: www.sumaresnookerbar.com.br

Contos de Bebum: Manual da Cerveja

A cerveja… O que dizer dessa bebida, preferida entre 9 de 10 universitários, mais antiga que Matusalém e que é a melhor companheira do botequeiro?

 

Hoje vamos desmistificar a cerveja, saber o porquê de ser favorita, sem essa firula da Bohemia, com historinhas das madres mancas que plantavam trigo no cume com a roseira.

 

Ai, eu vou é encher a cara!

 

Cerveja, o que é?

 

Bom, se você está lendo isso aqui e não sabe, aconselho o senhor a visitar esse site. Agora que você já sabe, vamos ao que interessa.

 

A cerveja é coca-cola da nossa geração. Serve para evitar pedra nos rins, lotar filas de banheiro e, dependendo do caso, fazer com que você solte o american idol que existe dentro de você. Com a cerveja você pode socializar e, se exagerar, faz com que você passe vergonha.

 

A cerveja, geralmente, não tem o poder do vinho e da vodka de fazer você ter um porre conhecido como PT. Porém, ao exagerar, prepare-se para a maior dor de cabeça que você vai ter na vida, depois da dor de corno, óbvio.

 

A cerveja é altamente calórica (assim como todas a bebidas) e é conhecida por transformar as gatinhas do colegial nas pançudinhas da faculdade. Sua cor dourada faz com que seres normais virem monstrinhos do Senhor dos Anéis, não dividindo o copo nem com a Angelina Jolie. Alguns homens, depois de um dia estressante de trabalho, trocam a Angelina pela cerveja, afinal ela não reclama e não vai querer fazer você adotar 20 criancinhas.

 

A cerveja dá bafo sim senhor, e não há trident que vá te ajudar. Aconselhamos você escolher o dia da cerveja e o dia de pegar geral. Se for fazer os dois, por favor, tente comer alguma coisa antes, de preferência um alimento (cebola e alho é sacanagem).

 

A cerveja também é conhecida como porta de entrada do inferno: em muitos casos, é a bebida que faz com que você tome a iniciativa de tomar uma cachacinha, um uisquezinho, uma baranguinha e etc.

 

A cerveja, por seu custo baixo, é amiga dos universitário, pois, como todo mundo sabe, universitário é duro: ou é estagiário de bigodinho ou vagabundo com mesada sem-vergonha dos pais. Os que tem dinheiro bebem chopp e uísque, bebidas que abordaremos em outros posts.

 

Você não vai ficar com ela bebendo. Nem vai ficar assim.

 

Cerveja vai bem com o quê?

 

Olha, no meu ponto de vista, vai bem até com jiló. Se fosse homem, falaria que iria bem até com sua mãe, mas sou fina.

 

Falando sério, a cerveja vai bem com comidas bem gordurosas, como aperitivos, feijoada e churrasco. Por bebermos bem gelada, ela dá aquela refrescada e não deixa você gordinha suada (ou safada, como preferirem). Eu gosto muito de cerveja com pizza, mas eu sou alcoólatra e estou há 24 horas sem beber (mais 24 horas!).

 

Feijoada chupinhada daqui.

 

Quais cervejas tomar?

 

Bom, acredito piamente que depois da primeira você toma qualquer uma, mas realmente a diferença entre cerveja é grande e mesmo entre as populares, você tem uma preferida. Jabás a parte (apesar de eu não ganhar nem uma dose de pinga com o blog), vou fazer uma seleção de cervejas.

 

Para beber no boteco: Boteco, pra mim, é do Zé e do Bigode. Se o seu boteco tem papel higiênico, já virou bar. No boteco, se você tiver um pouquinho de critério, aconselho a Brahma. Se a Brahma estiver quente, a Skol. E se não tive nenhuma das duas, você pode baixar o nível geral e seguir a linha Itaipava, Nova Schin ou Crystal. Agora, se não tiver nenhuma dessas, peça um ovo colorido e uma Cynar, porquê o lugar é podre.

 

Para beber no bar: Bar tem papel higiênico e escondidinho. O garçom te atende e as pessoas não possuem nenhuma micose visível. Nesse caso, sigo duas linhas de preferência, pois são geralmente bebidas que acompanham comidas. Se for um boteco-chique, com porções ou feijoada, Original e chinelinho. Se for bar mesmo, com uma carta de cervejas, vou de Norteña, Quilmes ou Eisenbahn. E sapato de bico fino, por favor.

 

Para fazer churrasco: Bom, o churras também tem seus critérios. Se o churras for aquele no fim do mês, onde o pessoal só ta agitando porque acabou o dinheiro da balada, pode ser até Bavária, pois o intuito é ficar bêbado. Agora se for um churras comemorativo, vamos de Itaipava garrafa ou Skol. E picanha, sem essa de coxão mole, pelo amor.

 

Para beber em jogos universitários: Olha, não há critério para jogos universitários. Eu me envergonho nesses eventos.

 

Bom gente, esse foi nosso Manual. Semana que vem, falaremos da Vodka, amiga de Yeltsin e popularmente conhecida como vódega. Um abraço para todos e depois de Domingo Maior, vão dormir.

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