Category Archives: Filosofia de Bar

Máquina de cerveja no trabalho: sim ou não?

Acabei de me deparar com um post no Radar Pop, falando sobre uma agência de publicidade chamada Arnold, que fica em Boston, nos EUA, que resolveu colocar uma máquina de cerveja para seus funcionários.

 

A idéia surgiu dos próprios funcionários – claro, quem mais daria uma idéia dessas? -, que gastaram uma verba de U$ 100 mil. O dinheiro, lógico, veio do patrão.

De acordo com o post, os funcionários têm até direito a cervejas grátis. E a brincadeira não para por aí: a máquina está conectada ao Twitter. Pois é, quando passa muito tempo sem alguém ir lá buscar uma gelada, ela solta o seguinte tweet: “Só uma pessoa quis cerveja na última hora. Sou um robô solitário. Venham a mim”. É mole?

Mas e aí, o que vocês acham? Vale a pena ter uma dessas no trabalho ou atrapalha no rendimento do funcionário?

Cervejaria Kirin finaliza compra da Schincariol

Agora é definitivo.

Lembram quando falamos sobre a Schincariol ser colocada a venda? Pois bem, depois de comprar pouco mais de 50% da Schincariol em Agosto deste ano, a cervejaria japonesa Kirin anunciou a compra total da cervejaria brasileira hoje, 04/11/2011. Alguns acionistas minoritários até tentaram bloquear a venda, mas sem êxito.

Veja a matéria completa feita pelo G1:

A companhia japonesa de bebidas Kirin anunciou nesta sexta-feira (4) a compra da totalidade da Schincariol, da qual já possuía metade das participações.

A Kirin completou nesta sexta a compra da Jadangil, que detinha 49,54% da fabricante de bebidas brasileira, em uma operação avaliada em 105 bilhões de ienes (cerca de R$ 2,33 bilhões), segundo um comunicado da empresa.

Os acionistas minoritários da Schincariol, da qual a Kirin controlava mais de 50% desde agosto deste ano, tentaram bloquear a venda da nova parcela na Justiça brasileira, que decidiu levantar a medida cautelar em outubro, lembrou o diário “Nikkei”.

“Esta aquisição adicional não só melhorará a gestão da Kirin sobre a Schincariol como subsidiária em propriedade absoluta, mas também ajudará a Kirin a aumentar ainda mais a competitividade da Schincariol no emergente mercado brasileiro e a gerar sinergias com a Kirin”, explica a companhia japonesa no comunicado.

O consumo de cerveja no Brasil cresceu 11% em 2010, segundo dados da Associação Nacional de Bebidas, enquanto caiu no Japão no mesmo período.

A Schincariol foi fundada em 1939 como fabricante de refrescos e hoje em dia possui mais de dez fábricas que produzem cerveja e outras bebidas não alcoólicas em diversos pontos do Brasil.

E aí, o que vocês acham que vai mudar?

Corre, negada! – Brasil Brau 2011 – Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja

A Brasil Brau 2011 – Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja começa nesta terça-feira (05/07) e é a primeira vez que será aberta ao público! A 10 edição só vai até dia 7 no Expo Transamérica, que teoricamente fica dentro de São Paulo. Como vai das 13h às 20h, você vai ter que pedir pra sair mais cedo do trabalho já!

O bacana é descobrir várias cervejarias “menores”, dêem uma olhada na lista de expositores aqui. O ingresso sairá por R$ 30 e 30 expositores (microcervejarias e produtores artesanais) venderão doses de 50 ml e de 100 ml por R$ 3 cada uma. A feira também terá fabricantes de copos e mobiliário, além de consultorias, livrarias especializadas e cursos. Se alguém achar isso babaquice, vai servir cerveja em copo de licor!

Haverá ainda o 12º Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira e você pode sofrer com R$ 200 a R$ 400 – eu não poderei ir por motivos trabalhistas, mas já destinei a verba para ações mais líquidas como protesto. No segundo dia, haverá uma discussão com os blogueiros Edu Passarelli (Blogs da Folha – Edu Recomenda), Maurício Beltramelli (proprietário do Bar Brejas e criador do portal de mesmo nome), Paulo Bettiol aka Feijão (sommelier de cervejas da Cervejaria Bierland e autor do site Obiercevando) e Ricardo Amorim (jornalista e autor do blog Cerveja Só, do O Globo).

O interessante é que descobri que contribui pouco no último ano para o setor. Eu não tomei os produtos das 100 fábricas cervejeiras brasileiras que produzem 10,91 bilhões de litros ao ano, com um consumo per capita de 57 litros e faturamento de R$ 31 bilhões.

Brasil Brau 2011 – Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja

Onde? Transamerica Expo Center – Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo
Datas: 05/07 a 07/07
Horário: 13h às 20h
Preço: R$ 30 (1 dia), R$ 50 (2 dias), R$ 60 (3 dias). Há degustação de doses (50 ou 100 ml)  por R$ 3 cada uma.
Site: www.brasilbrau.com.br

Folha elege melhores bares de Sampa!

A Revista sãopaulo, publicada aos domingos na Folha de S. Paulo, elencou os melhores restaurantes e BARES! O especial O Melhor de sãopaulo se baseou na pesquisa da Datafolha e em um júri. No total, foram 1.455 pessoas consultadas e 100 pessoas fizeram parte deste júri. Quem quiser entender um pouco do processo, há um audiocast do jornal aqui.

O público escolheu o Bar Brahma, Juarez e Bar do Luiz Fernandes.

Já o júri elegeu Bar Léo (Chope), Mercearia São Pedro (pé-sujo), São Cristovão e Mercearia São Pedro (happy hour), Veloso (caipirinha), Frangó (Carta de Cerveja), Dry martíni – Bar Dry (drinque), Bar do Estadão (Fim de noite), Studio SP (Música ao vivo), Eu Tu Eles Bar (para paquerar), Bar da Dida (GLS) e Skye (em hotel). Eles ainda escolheram a melhor área de fumantes: Bar da Dida e Lions.

Os 100 jurados foram divididos pelo bolinho de bacalhau do Espírito Santo, o bolinho de arroz do Ritz e as coxinhas do Veloso e do Z Carniceria.

Vale dar uma olhada na página do especial. A Folha fez segmentações por regiões, separou a pesquisa em várias categorias e disponibilizou outras informações do ranking.

Aproveitando as dicas da matéria, semana passada fomos atrás da coxinha e da caipirinha do Veloso, e o resultado você verá no próximo post 😉

RedeTV! processa cervejaria por publicidade com tchecas

A RedeTV! entrou com uma ação na Justiça pedindo indenização por danos morais e materiais contra a Companhia Brasileira de Bebidas Premium (CBBP), segundo informa o jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira. A cervejaria criou uma campanha publicitária com duas modelos tchecas que teriam se apaixonado pelo Brasil. Sem saber que as duas faziam parte de uma ação de marketing para lançar uma nova cerveja no mercado, a emissora as convidou para participar de um reality show no programa “Pânico”, que tem como um de seus principais anunciantes a Ambev.


Fonte: Google

O caso gerou atrito com o patrocinador, de acordo com a publicação. Uma liminar proibiria a cervejaria de citar em qualquer meio de comunicação o programa “Pânico”, seus apresentadores e a própria RedeTV!. Conforme a reportagem, a CBBP afirmou que ainda não recebeu notificação sobre a liminar. A campanha com as tchecas começou ganhando espaço nas mídias sociais, antes de chegar na imprensa escrita e na televisão, sem que ninguém soubesse que era uma estratégia de marketing. As duas modelos serão capa da revista Playboy de julho.

Clique aqui para ver a matéria na íntegra.

Quem quiser lembrar o que aconteceu, é só clicar aqui.

A verdade sobre “As Tchecas do Brasil”

Duas garotas tchecas se apaixonaram pelo Brasil e criaram o blog We Lov Brazil. A partir daí, as bonitas e sensuais Dominika e Michaela desenvolveram uma relação estreita de amizade com centenas de brasileiros através do Twitter e Facebook. Fotos quase sempre de biquini, vídeos, bate papos e conversas via blog fizeram das duas tchecas (uma tcheca e outra inglesa, na realidade) webcelebridades, e chamaram a atenção do programa humorístico Pânico na TV, da RedeTV!. Dominika e Michaela “realizaram o sonho” de conhecer a terra do samba na companhia de Sabrina Sato, o que rendeu uma série em oito capítulos de um reality show dentro do programa. As tchecas se transformaram nas tchecas do Brasil e ganharam espaço na imprensa também fora da internet. O que ninguém sabia – ou pelo menos quase ninguém – é que as moças foram contratadas pela Companhia Brasileira de Bebidas Premium – CBBP – para lançar uma nova cerveja chamada Proibida, uma nova cerveja Premium inspirada nas cervejas da República Tcheca. Foram a CBBP e um grupo de criativos liderados por Jader Rosseto (We Comunicação) que “inventaram” Dominika e Michaela e pagavam um cachê diário às moças – inclusive enquanto elas participavam do Reality Show na RedeTV!.

A campanha de lançamento foi planejada durante vários meses pelo empresário João Noronha, presidente da CBBP, Rossetto, Mário Lins e Thiago Elias. Noronha, ex-VP do grupo João Santos, do qual ainda é acionista, criou a CBBP pensando em vôos altos e a marca Proibida é seu primeiro produto no segmento Premium. Seu plano é que a cerveja chegue a todo o Brasil dentro de três a quatro meses. O lançamento acontecerá no final de junho.

Tudo começou com a idéia de tentar chamar a atenção para a marca em um mercado dominado por grandes players e investimentos milionários em marketing. Durante meses, mais de 60 filmes foram produzidos entre Inglaterra, Republica Tcheca e Brasil. Eles representam a primeira etapa de uma estratégia mais ampla que terá desdobramentos em outras mídias a partir do lançamento do produto propriamente dito.

A revelação das Tchecas como garotas-propaganda de uma nova marca de cervejas parece mesmo ter pego o Pânico de calças curtas. Veja o vídeo postado no YouTube sobre como o pessoal do Pânico supostamente descobriu a verdade sobre suas musas:

Enquanto o blog ganhava a simpatia do público e sua celebridade era ampliada – as meninas chegaram a invadir o gramado de um jogo do Sport Clube de Recife, ação tramada pela CBBP, causando enorme furor e “ajudando” o time do Recife a vencer depois de cinco derrotas consecutivas – , a CBBP realizou eventos pontuais de degustação em Recife e Fortaleza com público e imprensa, para apresentar o primeiro lote fabricado. Ao longo do primeiro semestre desse ano, vários formadores de opinião receberam um kit do Lote Especial junto com a história e a busca da empresa por uma receita tcheca da verdadeira cerveja Pilsen.

A partir de agora, a CBBP inicia a ativação do trade rumo ao lançamento final da Proibida junto ao público. Até aqui, segundo revela João Noronha, o investimento industrial chegou a R$ 87 milhões. Até o fim do ano, R$ 15 milhões devem ser investidos em promoção e marketing – o que inclui estratégias promocionais e materiais de ponto de venda como freezers, mesas, cadeiras etc.

Veja o vídeo de lançamento produzido pela nova cerveja:

O caso certamente incita questionamentos acerca da ética que envolve estratégias de marketing desenvolvidas para a web. Eduardo Almeida, presidente do Clube de Criação do Rio de Janeiro, acredita que dificilmente o programa Pânico na TV teria sido enganado, e que poderia estar envolvido no lançamento para ajudar a gerar buzz em torno da nova marca. No entanto, Pânico na TV! – que vive de fazer pegadinhas farofa com os outros – tem contrato de exclusividade com a marca Skol, e entrar na estratégia da nova cerveja seria um risco alto demais. Portanto, tem-se aqui o caso de uma rede de televisão “enganada” por um anunciante. Enganar uma rede de televisão de fato que, num primeiro momento, parece extrapolar os limites éticos. É um caso típico de marketing de emboscada.

“Se a RedeTV foi enganada não é bom para agência e anunciante. É um vale tudo.”, opina Almeida. Há quem pense que, se o consumidor não foi enganado, não houve nenhum grande vacilo por parte da CBBP. “Estratégias que podem prejudicar os consumidores, essas sim, não são válidas, como a que abandonou em praças públicas do Rio arcas sem identificação causando pânico entre os cidadãos e transtornos na cidade (ação de marketing do programa do Faustão em parceria com a Procter&Gamble). Neste caso, estamos falando de uma brincadeira, que envolveu um programa que faz exatamente esse tipo de brincadeira com os outros e que, pela primeira vez, foi enganado. Não vejo nenhum problema ético nisso”, opinou um publicitário que preferiu não se identificar porque trabalha com o mercado de cervejas. Neste caso, no entanto, muitos consumidores também foram envolvidos com as personagens sem ter idéia de que elas representavam uma marca de cervejas. Houve alguma revolta nas redes por parte principalmente de consumidores mais jovens – mas que já está contornada, segundo Noronha.

O fato é que pouco do que de fato aconteceu foi planejado. A estratégia tinha sim um “DNA” transgressor, mas os frutos da campanha foram espontâneos e nasceram da empatia que as tchecas causaram via Twitter, brincando com celebridades como o jogador Ronaldinho e Sabrina Sato, apresentadora do programa Pânico – que acabou sendo “fisgada”. Noronha não nega que tenha praticado Marketing de Emboscada ao deixar as moças estrelarem o Reality Show do Pânico na TV!. Mas o fato de ter envolvido um programa de humor com este perfil certamente torna tudo menos turbulento.

“O programa acabou ganhando muito com tudo isso, aumentou seu número de seguidores, teve muita audiência. Eles não podem se dar ao luxo de não rir de si próprios”, diz Noronha. Segundo ele, a intenção nunca foi fugir à ética e sim de surpreender, levantar discussões. A opção pelo nome e conceito transgressor “Proibida” e a ação nas redes sociais permitiu que a marca entrasse em cena muito rapidamente. O ambiente das redes sociais “nivela o jogo”, conforme diz Noronha. Para o bem e para o mal. Segundo ele, foram dois anos de intenso planejamento e outras duas campanhas “virais” foram criadas para a marca.

“As redes destroem ou constroem marcas. Temos a chance de ser um player em um mercado fechado, muito concentrado, onde há muita briga. Teremos uma rede de distribuição terceirizada, e todo este pré-lançamento já causou curiosidade em todo o Brasil.”, comemora Noronha.

A transgressão não representa “fora da lei”, mas a libertação de um mundo que ficou chato e políticamente correto demais. “Capturamos esse espírito. Queremos falar de liberdade, de criatividade e de diversão”, conclui o empresário. Embora fabricada no nordeste, Proibida quer ser uma marca nacional e quiçá latina. As Tchecas serão mantidas como canal de relacionamento da marca com os consumidores – lá da Europa.

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Na minha opinião, foi uma das melhores ações de todos os tempos. Ninguém sabia e ganhou proporções gigantescas. Se bem que nem tudo deve ter sido divulgado, nunca saberemos a verdade. Mas e você, o que achou disso?

Vi no Consumo e Propaganda

Adeus, Schincariol?

O que eu sempre disse em roda de amigos, aparentemente, pode se tornar realidade.

A compra da Devassa pela Schincariol e a alteração na comunicação desenvolvida inicialmente pela cervejaria carioca, fizeram com que a Schincariol fosse posta à venda pela família. Deem uma lida na matéria abaixo, que saiu na Exame:

São Paulo – Conforme antecipou EXAME, a cervejaria Schincariol foi posta à venda pela família que a controla. Entre as interessadas, estariam a britânica SAB Miller, a dinamarquesa Carlsberg e a holandesa Heineken. A venda do controle da Schincariol seria a consequência de uma série de problemas que a cervejaria enfrentou nos últimos anos.

O primeiro é a perda de participação de mercado. Em 2008, por exemplo, a Schincariol possuía cerca de 13%. Desde então, a empresa encolheu, enquanto a Petrópolis se aproximou perigosamente, a ponto de ameaçar a sua vice-liderança. Na última pesquisa da Nielsen, a Schincariol possuía 10,97%, ante 10,8% da rival, segundo Lauro Jardim, colunista da Veja.

O recuo de sua fatia de mercado reflete, ainda, o fracasso de sua maior aposta – a cerveja Devassa Bem Loura, lançada com estardalhaço no Carnaval de 2010. Tendo como primeira garota-propagada a socialite Paris Hilton, o produto não teve o desempenho esperado. Segundo reportagem de EXAME, a meta era fechar 2010 com 1,5% de mercado, mas o resultado teria sido de 0,2%.

Derrapadas

O número aquém do esperado é atribuído a decisões equivocadas, como a desmobilização antecipada da equipe de 150 vendedores, montada especialmente para vender a Devassa Bem Loura. Entusiasmada pela boa recepção inicial, a Schincariol teria incorporado a marca ao portfólio de todos os vendedores – o que a diluiu em meio à oferta de outros produtos.

Em paralelo, para cortar custos, o presidente da companhia, Adriano Schincariol, iniciou uma forte reestruturação que envolveu a demissão de diretores e gerentes. Na prática, isso significou a reversão do processo de profissionalização da empresa, iniciado em 2007, logo após a morte de seu pai e fundador da cervejaria, José Nelson Schincariol.

O argumento de Adriano para as demissões é que a companhia não estava cumprindo seu objetivo básico – vender cervejas. Mas o fracasso das recentes iniciativas mostra que o problema pode ser bem maior.

E agora, o que acontece com a Devassa, uma das melhores cervejas que existe? Quem vai produzir a Loira, a Morena, a Índia e a Ruiva que, diga-se de passagem, você só encontra em alguns poucos lugares de SP? Recentemente fui ao Tortulla (em breve falarei melhor a respeito) e tive o prazer de degustar uma ruiva em ótima companhia. A ultima vez que fiz isso, foi há quase 3 anos, mas porque a Devassa ainda não havia sido comprada pela Schincariol e, também, porque eu estava no Bar Devassa.

Fica aqui a minha indignação pela, me desculpem o termo, grande cagada dos ultimos tempos. E se a idéia era ter repercussão na mídia com um anúncio da Sandy, eles conseguiram. Mas há uma grande diferença entre sair na mídia e ter buzz positivo, o que, talvez, alavancaria as vendas.

The Desperados experience

A Desperados, cerveja com sabor de tequila, propriedade da Heineken da França e produzida pela Brasserie des Cimes, está com uma nova ação na rede.

Essa cerveja lager de cor dourada e encorpada com um toque extra de aromatizantes de tequila é considerada uma bebida revolucionária e inigualável no mercado, pela simples razão de que nenhuma outra bebida de seu tipo existe. Quer dizer, não mais. Lembram da NS2?

Como muitos de vocês já devem ter visto, a cervejaria utiliza o YouTube para lançar a “The Desperados experience”, uma ação completamente inovadora e de grande interatividade com o usuário.

Pronto pra participar dessa experiência?


clique na imagem para ser direcionado

Eu nunca experimentei, mas se você curtiu e quer experimentar, entre na fan page deles para ficar por dentro das novidades e, quem sabe, fazer uma comprinha online para degustar e nos dar sua opinião?

E o mito faria 70 anos…

O post de hoje é especial para o querido Antônio Carlos Bernardes Gomes, nosso eterno Mussum.

Segue matéria da Revista Brasileiros:

Se estivesse vivo, comemoraria 70 anos de idade nesta quinta-feira (7). Não conhece? Como não, cacildis!? Isso mesmo, no dia 7 de abril de 1941 nascia o mais trapalhão dos trapalhões, o mais original dos originais, o mais carioca dos cariocas.

Mussum criou seu próprio sotaque e dialeto. Por isso, a origem fluminense não é tão lembrada. Porque ele não reproduzia sotaques. Até hoje, ele é incansavelmente copiado, sempre que se quer dar um tom de irreverência para alguma coisa. Mussum era, e ainda é, a irreverência.

O que não é sabido por todos é que, antes do sucesso no humorístico com seu amigo Renato Aragão, Antônio Carlos Bernardes Gomes já tinha certo reconhecimento com o grupo Os Originais do Samba. Podia ainda não ser um trapalhão, mas, com certeza, já era e sempre será o Mussum!

Sem estimular, é claro, mas hoje é dia de tomar um mé e dar uma pindureta!

Pós Carnaval no Twitter

Pessoas queridas que ainda visitam este blog, como estão?!

Como vocês sabem, estou trabalhando em uma agência de mídias sociais e o ditado, para mim, é valido: em casa de ferreiro, o espeto é de pau.

Sim, tá muito difícil de postar alguma coisa, estou trabalhando bastante, mas eu não sou o único. Enquanto você estava em Salvador, Rio de Janeiro, Minas Gerais ou até mesmo em algum boteco recomendado por nós, a galera da Riot, em parceria com a Sampa.ad, tava pensando em como fazer esse infográfico sobre o que foi dito durante o Carnaval. Então, vale a pena dar uma olhadinha:

Clique para ampliar

Foram quase 700.000 tweets analisados e as opiniões foram bastante divididas. Tem de tudo, desde as escolas de samba de São Paulo e Rio de Janeiro, às marcas de cerveja preferida da galera. Entre as escolas de samba paulistas, a campeã Vai-Vai foi a mais mencionada – nada menos que 77.555 citações. No Rio Janeiro, a 3º colocada na classificação oficial das escolas, a Mangueira, foi a mais comentada, à frente da grande campeã do carnaval carioca, a Beija-Flor. Uma curiosidade encontrada relacionada a escolas de samba do Rio: a musa da Salgueiro, Valeska Popozuda, foi citada em 34% dos Tweets relacionados à sua escola.

No quesito marcas de cervejas, a Devassa foi a líder em menções diárias, com 245 no pré Carnaval e 707 durante a festa, o que representou crescimento de 189%. Impulsionada por agora ter Sandy como garota propaganda, alem de liderar o ranking em número de menções, a marca conquistou um dos privilegiados postos do Trending Topics por pelo menos 3 dias de folia. Atrás dela, em número de citações, ficaram Brahma com média diária de 250 menções durante o carnaval (+153%) e Skol com apenas 154 (-29%).

Mas e aí, me digam, vocês concordam com os dados?

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