Category Archives: Choppzzz

Se o bar é bom, o chopp é gelado.

Eu quero uma dessa!

Fala galera! Feliz 2011!

Depois de mais um período turbulento no trabalho seguido de “férias coletivas”, estamos de volta!

Só pra não deixar o blog abandonado, segue o video de uma maquina que PUTA QUE PARIU quem não gostaria de ter?


Isso é util em qualquer lugar, não tem como negar! Imagina a fila que deixaria de se formar na cervejada da sua faculdade? 😉

Fugindo do comum

Como vocês podem ver, estou na onda de anúncios de cerveja.

To na fissura por anúncios que não expõem o corpo feminino. Não por ter um pensamento feminista, mas pra mostrar que sim, é possível ser criativo sem apelar!

Esse anúncio da Brahma, que aposto que muitos lembram, é a prova disso:

E aí, o que vocês acham?

Mandem mais sugestões! Se estiverem com preguiça de mandar um e-mail pro blogbotequeiros@gmail.com, interajam comigo no Twitter, é só clicar aqui ao lado! 😉

Trumer Beer Machine e a Fantástica Fábrica de…Cerveja!

Cara, ainda to alucinado com isso!

Diferente do Carlos Merigo, eu não tive coragem de exclamar no meio da agência, mas PQP esse vídeo fez o meu dia!

Só pra vocês entenderem melhor, deem uma olhada neste vídeo da Honda. Pois é, é tipo assim, SÓ QUE É MUITO MELHOR! hahahaha

Vi no blog do Carlos, o Brainstorm #9!

Nova Schin: cunhadããão!

Como publicitário e amante de campanhas de cerveja, não tem como não falar nada a respeito da campanha da Nova Schin.

Com sacadas inteligentes e quase sem apelo sexual, os caras estão surpreendendo!

O último vídeo, que aposto que muita gente se identificou (por conta da piadinha batida), é tão bom que até minha namorada acha engraçado, sem reclamar da mulher desfilando de biquini. Sensacional, vai?! =P

Bar Iemanjá: uma noite para se lembrar (ou não)

Não, vocês não estão alucinando. Sim, sou eu escrevendo. É, eu mesmo! Mas não se acostumem (to me fazendo de difícil).

Este sábado eu, Rafael e dois amigos (vamos chamá-los de 1 e 2 – hahahaha – para não comprometer) resolvemos sair. Mas, diferentemente das outras vezes, queríamos gastar menos sentar, conversar e dar risada. A idéia era ir num barzinho na Vila Madalena. Qual? Isso faz parte da aventura. 

 

Mas o nosso querido amigo 1 já vacilou e resolveu chamar uma amiga que, coincidentemente, mora perto da minha casa. Então, lá foi o choffer. Nisso, Rafael disse que queria levar uma amiga. Sobraram eu e o amigo 2, que foi intitulado de “minha puta da noite”.

 

Voltando ao que interessa, depois de ir buscar a amiga do amigo 1, fui direto pra casa do Rafael, pois de lá iríamos de taxi. Aproveitamos pra fazer um esquenta, que envolveu um shot de cachaça artesanal pra mim, mais um copo de vodka com energético pra mim e o que sobrou, pro Rafael e pra nossa nova amiga.

 

Chegando na Vila Madalena, resolvemos ir no Maddá, mas tava lotado, não tinha hostess e os seguranças eram uma simpatia só. Muito bom, principalmente porque ontem nem tava frio. Então, resolvemos atravessar a rua e ir ao Bar Iemanjá. Tá, não foi simples assim, mas o álcool se nega a sair do meu corpo e eu to impaciente.

 

Fomos muito bem recepcionados por uma loira-linda-que-ainda-to-apaixonado-e-nem-me-deu-bola. Disse que não tinha mesa pra seis, mas que poderíamos esperar no balcão até vagar. Nisso, pedimos cinco shots de Germana (R$ 8,00), uma cachaça muito boa, mas não degustei, só virei. Lembro que, nesse mesmo período de tempo, encontramos o gerente do banco do amigo 2, mas só to falando isso pra constar. Ah, já que é pra constar, ele tava com uma japonesinha-gata-que-eu-também-to-apaixonado-até-agora.

 

Cinco minutos depois, conseguimos uma mesa e pedi uma Boazinha (R$ 5,00). Essa não condiz com o nome, mas com o seu estado depois de 2 minutos. Só digo que dali pra frente não me lembro de muita coisa. Lembro que pediram Chopp Escuro Brahma (R$ 5,00) e o claro também. Depois, lembro de ter pedido duas Bohemias long necks (R$ 5,00). Quer dizer, não lembro. Mas se o Rafa lembra, foi feito.

 

Muito liquido e pouca bexiga, igual a banheiro. Ok, limpinho, mas não tinha condições de tirar foto. Eu não tinha condições, diga-se de passagem. Mas o Rafa teve a brilhante idéia de tirar foto das pias, que era numa área comum. Lindo. Parecia de motel. E digo que essa não é uma sensação legal quando tem um homem ao lado. Enfim, lavei as mãos com sabão e com as pétalas. Já disse que adoro estragar a decoração dos lugares?

 

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Se engana quem acha que a noite acabou ali. Fomos numa padaria famosíssima (a qual não lembro o nome) pra comer alguma coisa. Só digo que eu achava que tinha pedido um sanduíche de filet mignon, todos achavam que era mortadela, mas no final era picanha fatiada.

 

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Ah é, a gente comeu mandioca… 

 

Bom, finalizo esse post pedindo desculpas aos meus pais que estão lendo e aproveito pra dar graças por trabalhar, estudar e não ter tempo de vê-los durante a semana pra tomar sermão. Ah, e a todos os presentes na noite de sábado: vergonha alheia rules! Hahahahahahaha

 

Onde? R. Mourato Coelho, 1325 – Pinheiros – São Paulo – SP

Telefone: (11) 3032-6881

Faixa de Preço: até R$ 35

Cartões: Visa | Mastercard | Credicard | Dinners

Horário: De 3ª a 6ª a partir das 17h; Sáb e dom a partir das 13h.

Faixa Etária: de 22 a 25

Lotação: 250

Site: www.bariemanja.com.br

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BarTira – Esperando muito por um chopp

O Fernando e o Carlos finalmente tiveram um tempo para contar as peripécias putanhescas do carnaval. Acabamos no BarTira que fica há um quarteirão do Esquina Paulistana e também numa esquina, no meio da ladeira do inferno e no final da Ministro de Godoi que tem os bares da PUC-SP (pessoas na rua, carros sem conseguir passar).

 

Para minha surpresa, rolou fila de espera. Precisamos aguardar 15 minutos e ficamos conversando com o segurança que nos contou que o bar foi inaugurado no dia 22 de janeiro. O Carlos estava numa situação urinária crítica, como sempre, e pediu para entrar e usar o banheiro. O segurança abriu uma porta do seu lado e deixou o meu amigo usar o sanitário que seria para ele e para o cara do vallet. Relembrei a porta dos desesperados (dêem Google + Sérgio Mallandro) pela velocidade que o Carlos entrou. Algumas pessoas poderiam se ofender por não deixar entrar no bar. Sinceramente, o segurança foi gente fina e poupou meu amigo de subir e descer dois lances de escada para ir ao banheiro.

 

Admito que não vi o local ser reformado (formaturas, carnaval, crise). Estou falando de dois pavimentos e há áreas abertas muito bem decoradas, ou seja, não foi uma reforma simples. A casa ficou animal, bem aconchegante e que destoa dos botecos universitários. Esse é pra levar a gata, a cachorra e até mesmo a patroa.

 

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Ao sentarmos, pedimos dois chopps claros (R$3,90) e um escuro (R$ 4,95). Conseguimos contar metade das peripécias carnavalescas, incluindo uma viagem a Ouro Preto, sem o chopp chegar. Deve ter demorado uns 20 minutos para que um garçom chegasse com uma bandeja inteiramente tomada por chopps claros que foi consumida rapidamente por todo o andar. Reparem que eu fiquei sem minha Brahma Black, pois havia um problema na bomba e só me avisaram quando trouxeram os chopps dos meus amigos. Enfim, consegui meu chopp escuro depois de quase 30 minutos. Acabamos pedindo uma linguiça (não trema na linguiça) baianinha de metro ao valor de R$ 27,90 que chegou uns 15 minutos depois do chopp escuro.  Depois da primeira mordida na carne, recorremos ao chopp, vinagrete e a farofa de tão picante que a parada era. Os olhos do Carlos chegaram a lacrimejar. Havia ainda a opção de linguiça com queijo coalho (R$29,90).

 

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Uma sacada muito boa é que decidiram contar a história da índia Bartira e João Ramalho (estavam entre os fundadores da vila de São Paulo de Piratininga (Botequeiros é cultura!) em várias paredes do bar. Há também a história de Cardoso de Almeida, Ministro Godói, Professor Alfonso Bovero, Claro Marcondes, Homem de Mello nos jogos americanos e cardápio. Dá até pra usar o mictório e ter um pouco de cultura.

 

Acho que a casa ainda não está totalmente operacional pela demora. Quando eles se acertarem, o lugar será muito bom para quem está na região e quer um barzinho que não seja o Geribá ou o Esquina Paulistana.

 

Onde? R. Bartira, 429 – Perdizes – São Paulo – SP

Telefone: (11) 2645-0474

Faixa de Preço: R$ 15 a R$ 40 (para esfomeados/botequeiros)

Cartões: Visa | Mastercard

Horário: De 4ª a Segunda das 11h30 à 1h

Lotação: 95 pessoas

Idade Mínima: 18

Site oficial: www.bartiragrill.com.br

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